A Assembleia da República portuguesa aprovou hoje por unanimidade a elevação de 22 povoações a vilas e a criação de cinco cidades, numa votação que foi seguida por várias dezenas de populares, a partir das galerias do Parlamento.
Nas galerias do Parlamento, todos os lugares estavam ocupados por dezenas cidadãos de diversas localidades que assistiam com ansiedade à votação, mas sem se manifestarem, para além de alguns braços no ar e polegares levantados em gesto de vitória.
Foram elevadas a cidade as localidades de Valença (Viana do Castelo), Senhora da Hora (Matosinhos), S. Pedro do Sul (sede do concelho).
À categoria de vilas passaram as localidades de Castro Laboreiro (Melgaço) e Soajo (Arcos de Valdevez), ambas no distrito de Viana do Castelo, Arões de S. Romão (Fafe), no distrito de Braga, Lordelo, distrito de Vila Real, e Ancede (Baião), Guifões (Matosinhos), Vilarinho (Santo Tirso), Senhora Aparecida (Lousada) e Madalena (Vila Nova de Gaia), todas no distrito do Porto.
O grande abandono das aldeias por toda a região, uma parte em direcção aos grandes centros e outra parte rumo a outros países do mundo, não demoveu a capacidade ancestral desta região se afirmar e renovar a nível demográfico.

Foram elevadas a cidade as localidades de Valença (Viana do Castelo), Senhora da Hora (Matosinhos), S. Pedro do Sul (sede do concelho).
À categoria de vilas passaram as localidades de Castro Laboreiro (Melgaço) e Soajo (Arcos de Valdevez), ambas no distrito de Viana do Castelo, Arões de S. Romão (Fafe), no distrito de Braga, Lordelo, distrito de Vila Real, e Ancede (Baião), Guifões (Matosinhos), Vilarinho (Santo Tirso), Senhora Aparecida (Lousada) e Madalena (Vila Nova de Gaia), todas no distrito do Porto.
O grande abandono das aldeias por toda a região, uma parte em direcção aos grandes centros e outra parte rumo a outros países do mundo, não demoveu a capacidade ancestral desta região se afirmar e renovar a nível demográfico.
Quero aqui realçar no entanto, o facto de algumas destas mutações territoriais estarem intimamente ligada à forte expeculação imobiliária que paira junto dos grandes centro populacionais. Tudo isto numa tentativa forçada de tornar uma região marcadamente rural em urbana, muitas das vezes desrespeitando o conceito de sustentabilidade durante anos!
E fico a pensar se isto é realmente um mal menor para a melhoria da qualidade de vida das populações!
Contudo, quero acreditar que algumas destas novas elevações tem no seu âmago o objectivo de evitar o abandono do interior e torna-se um atractivo a nível económico-social, particularmente, atractivo turístico para determinadas zonas como Soajo, Castro Laboreiro e São Pedro do Sul.
Basicamente 50% dos upgrades aprovados situam-se a norte do Douro. E, o curioso é que isto acontece numa panorama de governo centralista, agora imaginem em contexto de regionalização!?
Contudo, quero acreditar que algumas destas novas elevações tem no seu âmago o objectivo de evitar o abandono do interior e torna-se um atractivo a nível económico-social, particularmente, atractivo turístico para determinadas zonas como Soajo, Castro Laboreiro e São Pedro do Sul.Basicamente 50% dos upgrades aprovados situam-se a norte do Douro. E, o curioso é que isto acontece numa panorama de governo centralista, agora imaginem em contexto de regionalização!?
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