domingo, 25 de abril de 2010

Terras de cá, terras de acolá...



Nota: De realçar que a única maneira de termos acesso a este tipo de conteúdo, relativo ao Norte de Portugal, é de... ver a TVG..

Pela nossa televisão apenas vão passando fados, jogos amigáveis do benfica, touradas, procissões a fátima, e o Santo António em lisboa que parece ser o único santo popular merecedor de destaque neste eucaliptal a beira mar plantado.

4 comentários:

gascon disse...

Muito interessante documentário. Porém, somos muitos os galegos que nom gostamos da TVG, por ser um polo de difussom do galenhol, ou galego falado à madrilena. Pode escoitar aqui o galego mais enxebre:

http://quantomaisaolonge.blogspot.com/

Saúde

O Galaico disse...

Olá Sr Gascon,

Obrigado pela sua visita e pela partilha do seu blogue.

Os regionalistas do Norte de Portugal gostam muito da TVG pelo esforço que ela faz em prol da cultura local que, de certa forma, diz nos muito a nós também.

Apesar das limitações inerentes ao facto da TVG não poder agradar a toda a gente devido as diferentes ideologias presentes á volta da Lingua, acredito que eles fazem o melhor possível...

Mas é claro que vos, Galegos da Galiza de hoje, sabem muito mais sobre as politicas á volta da língua Galega do que eu...

Esta é apenas a impressão que me chega..

Continue com o bom trabalho do seu blogue sempre em favor do Galego mais original possível.

Cumprimentos!

gascon disse...

A TVG é um dos instrumentos mais efeitivos de desgaleguizaçom e voceiro do governo autonómico galegófobo do PP. E desde sempre divulgou o modelo de galego-galenhol, falado e escrito à madrilena, pra os neofalantes urbanos aprenderem esse galego facilinho (pra castelám-falantes).

Dos seus começos, a meados dos anos 80, todo galego com sotaque enxebre (=rural) foi marginado e banido, em benefício de neofalantes urbanos que soavam mais espanhois. Ultimamente tem umha política de dobrar todo português (embora nom neste documentário), superpondo o galenhol e reafirmando a falácia de o galego ser umha língua independente do português.

Decerto que tem cousas boas tamém, mas a sobrevivência do galego e a sua restauraçom coma a língua tecto da Galiza passa por nos arredarmos do castelám e intensificarmos os contatos c’a Lusofonia. Entanto os galegos nom compreendam isto, coma é o caso, continuaremos no trilho cara a desfeita ...

Muitas mercês polo seu encorajamento, colega Galaico.

Saúde

O Galaico disse...

Ola amigo Gascon,

Compreendo o que quer dizer.

A TVG deveria defender a ideia de que o Português e o Galego são a mesma lingua que deriva do: GALAICO.

Cumprimentos